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Os marketplaces vão acabar com as lojas virtuais?

O tamanho e o alcance dos marketplaces sem dúvida surpreendem a todos, principalmente quem atua mais ativamente no ecommerce. Mas é correto dizer que os marketplaces vão acabar com as lojas virtuais?

A resposta para essa questão, na visão do Ecommerce Puro é não e neste post, te convidamos a refletir conosco sobre esse tema e mais assuntos relacionados.

 

A grande lei para marketplaces e lojas virtuais

Apesar das várias diferenças entre os marketplaces e as lojas virtuais, existe uma lei que rege não somente esses dois players do ecommerce, mas todas as empresas independente de quaisquer características que venham a possuir, que é: a conta precisa fechar.

Essa lei é implacável e mais cedo ou mais tarde irá bater à porta da empresa que, de alguma forma, seja displicente à ela. Independente do seu tamanho ou status perante o mercado, é exatamente isso que acontece com alguns marketplaces atualmente. 

Com o pós pandemia e a guerra envolvendo Rússia e Ucrânia, muitos fundos estão segurando o dinheiro que antes era investido nos grandes marketplaces, que por sua vez, estão sofrendo para trabalhar sua margem de lucro, agora sem essas verbas adicionais. 

Esse movimento do mercado fica mais claro ao analisarmos os preços das ações de alguns players do ecommerce nos últimos anos. Magazine Luiza por exemplo, está desvalorizando desde julho de 2021, onde chegou a valer R$23,90 e hoje é negociada a R$2,60 aproximadamente. 

Imagem MGLU3 Ibovespa

Gráfico anual do ativo MGLU3, Ibovespa. Fonte Investing.com

Recentemente, a Magalu tomou uma ótima decisão, ao optar por priorizar as margens de lucro. Com isso, a gigante do varejo mostra sua intenção de recuperar valor de mercado e superar os desafios da crise global.

 

A principal falha dos marketplaces

Alguns marketplaces compram produtos em demasia e não controlam a margem de lucro, quando os boletos chegam, são obrigados a queimar produtos, muitas vezes até abaixo do preço de custo, prejudicando a si e ao mercado.

Sabendo disso, muitos fornecedores estão controlando suas saídas de produtos, destinando os lotes somente aos parceiros que conseguem trabalhar dentro da margem.  A grande tendência do mercado varejista é essa, quem trabalhar dentro das margens de lucro terá um olhar diferenciado e será selecionado a dedo.

 

Quais ações as lojas virtuais devem tomar

Portanto lembre-se, você não recebe dinheiro de investidores, sua loja virtual trabalha com recursos próprios e trabalhe sempre dentro das boas práticas de lucro, tomando cuidado para empregar a margem correta para cada produto e aproveitar as melhores oportunidades de negócios.

Tenha muita atenção e cuidado com seu site, mantendo-o sempre atualizado, os fornecedores observam constantemente esses detalhes como forma de selecionar os melhores parceiros. 

Seja um especialista e diferencie seu atendimento, esse pode ser seu grande diferencial. Serviços especializados, personalizados e flexíveis não são características de um marketplace, que possui um atendimento mais genérico. 

Por fim, organize suas operações, suas finanças, seu atendimento e tudo que pode contribuir para que você se diferencie no mercado e nunca esqueça, a conta precisa fechar. Isso fará com que seu ecommerce cresça de maneira saudável no longo prazo.

Confira o vídeo do nosso especialista Gabriel Bollico e siga nosso canal no youtube!

Começa com a simplicidade de uma escolha. A força de uma decisão.

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